Banquete da Palavra

    “DEUS CONTA CONTIGO NO SEU REINO E SEARA”
     
    XI domingo tempo comum   (14-06-2026)

     

    Deus deseja a salvação de todos, mas alguns, livremente, se excluem. A salvação que Deus deseja a todos, consiste na comunhão do homem com Ele, comunhão indispensável para a realização plena do homem. "Fizeste-nos, Senhor, para Ti, e o nosso coração anda inquieto enquanto não repousa em Ti” (Santo Agostinho).

    Cristo continua a convidar-nos à perfeição: “Sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai do Céu” (Mt 5, 48). Por isso, quando os homens perderam a comunhão com Deus pelo pecado original, Deus não abandou os homens, mas iniciou a história de salvação através do povo hebreu como nos narra a 1ª leitura deste domingo: «vós sereis para Mim um reino de sacerdotes, uma nação santa» (Ex 19, 6).

    A preferência de Deus pelos homens, inicia-se na criação do homem. Este, é o único ser que Deus criou à Sua imagem e semelhança (Gn 1, 26). A preferência de Deus pelo homem, é reforçada pela incarnação de Cristo. Mas é sobretudo na Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo que se manifesta a expressão máxima do amor de Deus para com os homens como nos diz a 2ª leitura deste domingo: «Pela morte de Cristo, fomos reconciliados com Deus» (cfr Rom 5, 6-11).

    Diante deste amor infinito de Deus, é caso para citar o salmo: «quando contemplo os céus, obra das tuas mãos, a lua e as estrelas que Tu criaste: que é o homem para te lembrares dele, o filho do homem para com ele te preocupares? Quase fizeste dele um ser divino; de glória e de honra o coroaste» (Sl. 8, 4-6).

    Jesus veio ao mundo pela salvação dos homens como se lê no evangelho do domingo passado: «Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores» (Mt 9, 13). Consciente da brevidade do Seu tempo no mundo e da necessidade de salvação de todos os homens, Jesus, chamou e enviou os discípulos a proclamarem o Reino de Deus (Mt 9, 36 – 10, 8).

    O Senhor continua a chamar e a enviar para sua seara, homens e mulheres para pregarem o Reino de Deus. Esta missão que é da Igreja, é também de cada baptizado como nos diz Jesus: “vós sois a luz do mundo e sal da terra” (Mt. 5, 14). Portanto, não esquecer que Deus conta contigo no Seu reino e seara. Com palavras e obras participa no testemunho de Cristo na família, na escola, no trabalho e na amizade.

     Pe. João

    “PREFIRO MISERICÓRDIA MAIS DO QUE SACRIFÍCIOS”  (Os 6,6) 
     
    X domingo tempo comum  (07-06-2026)

    O no Seu tempo, Jesus dirigia-Se severamente aos fariseus, grupo religioso judeu, porque eles focavam-se excessivamente nas regras externas e rituais negligenciando a justiça, a misericórdia e o amor ao próximo. Por isso, aos discípulos e às multidões, Jesus exortava: «Estai atentos e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus» (Mt 16, 6), «fazei e observai o que eles disserem, mas não imiteis as suas obras pois eles dizem e não fazem» (Mt 23, 3).

    Perante a excessiva preocupação dos fariseus com a pureza exterior em detrimento da pureza interior diz Jesus: «Não é aquilo que entra pela boca que tona o homem impuro, mas sim o que sai da boca (Mat 15, 11) porque «é do coração do homem que procedem as más intenções, os assassínios, os adultérios, as prostituições, os roubos, os falsos testemunhos, os roubos, as blasfémias. E é isto que torna o homem impuro» (Mt 15,19-20).

    Vale a pena lembrar estas exortações de Jesus porque a liturgia da Palavra deste X domingo, foca-se na necessidade da conversão sincera e autêntica.

    A 1ª leitura deste domingo, mostra-nos que perante o culto meramente exterior do povo, o Senhor «quer amor e não sacrifícios, o conhecimento de Deus mais do que os holocaustos» (Os 6, 6). Esta exortação, faz-nos lembrar as palavras de Jesus: «Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim, aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus» (Mt 7, 21).

    O risco de viver a fé apenas exteriormente sem conversão interior, também está presente entre nós hoje. Por isso, estejamos atentos para que a nossa participação nas missas e/ou celebrações não sejam de rotina e externa mas sim, verdadeira conversão interior.  Para esta conversão verdadeira e interior veio Jesus ao mundo.

    Também hoje Ele nos diz: «Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores» (Mt 9, 13). E quem não se sentirá na necessidade da conversão? Para tal, tem importância a fé em Cristo. E neste domingo, a liturgia da palavra nos dá o exemplo de Abrão que teve a fé firme (Rom 4, 18-25) e a prontidão de Mateus em aceitar o convite de Jesus e seguí-l’O (Mt 9, 9-13).

     Pe. João

     

    EU CREIO EM UM SÓ DEUS: PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO

     
    Solenidade da Santíssima Trindade (31-05-2026)

     

    Uma semana depois de celebrarmos a solenidade de Pentecostes, a liturgia apresenta-nos a solenidade da Santíssima Trindade, isto é, a profissão da fé num só Deus em três Pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

    Em virtude do entendimento humano que é limitado, um só Deus em três Pessoas pode parecer impossível ou significar admitir ou acreditar em três deuses. Mas para quem Deus é Todo-poderoso, não é difícil compreender e aceitar que Ele é um só em três Pessoas distintas. Importa referir que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são um só Deus na natureza, ou seja, ambos possuem a natureza divina; também são um só na existência, isto é, as três Pessoas divinas existem desde sempre. O Pai, o Filho e Espírito Santo também são um só na ação, isto é, cada ação praticada por uma das três Pessoas, é participada pelas outras duas. O Pai, o Filho e o Espírito Santo, também se unem no amor. O Pai ama o Filho e Espírito Santo e vice-versa.

    Assim, na festa da Santíssima Trindade, contemplamos e meditamos no mistério do amor de Deus e reconhecemos que para Ele nada é impossível. Deste reconhecimento, renova e reforça-se a nossa confiança em Deus, em particular em momentos e em situações de desespero.

    A relação de amor e comunhão que contemplamos no seio da Santíssima Trindade, torna-se, para nós, exemplo para promovermos a fraternidade, o amor e a união entre nós homens.

    A solenidade da Santíssima Trindade, é também ocasião para a renovação da nossa a fé em Deus. Acreditarmos e confiarmos em Deus em todos os momentos da nossa vida, “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença”. É também momento de firmarmos o nosso amor a Deus. Ou seja, amar o Senhor Deus de todo o coração, alma e pensamento (Mt 22, 37-39) e deixarmo-nos conduzir pelos ensinamentos e mandamentos de Deus. “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14, 15-27).

     Que o Pai, o Filho e o Espírito aumentem a nossa fé, amor e esperança.

     Pe. João

     

    "TODOS FICARAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO” (Act. 2, 4) 

     
    Solenidade de Pentecostes (24-05-2026)

     

    Depois da ascensão de Jesus, em Jerusalém, enquanto os judeus celebravam a festa anual de Pentecostes que comemora a chegada dos israelitas ao deserto do Sinai depois da libertação do Egipto e a receção dos Mandamentos por Moisés no monte Sinai (Ex. 19-20), o Espírito Santo desce sobre os discípulos de Jesus, fechados em casa por medo dos judeus. Cheios do Espírito Santo, os discípulos desfazem-se do medo e falam da morte e ressurreição de Cristo aos povos presentes em Jerusalém (Act 2, 1-11).

    Sem dúvidas, o milagre de Pentecostes, é o cumprimento da promessa de Jesus: «Não vos deixo órfãos; Eu pedirei ao Pai que vos dará o Paráclito, o Espírito Santo que vos ensinará tudo e há de recordar-vos tudo o que Eu vos disse» (Jo 14, 18-26).

    Enquanto impulsionadora das testemunhas de Cristo no mundo, a vinda do Espírito Santo é tão importante quanto a paixão-morte-ressurreição de Jesus na vida do cristão. Sabemos que os planos de Deus são sempre insondáveis, mas sem a força do Espírito Santo, talvez o medo dos discípulos impedisse que Cristo fosse conhecido no mundo.

    O Espírito Santo em comunhão com o Pai e o Filho, guia a Igreja e os cristãos no caminho da fé e no testemunho da mesma fé. Infelizmente, muitos crentes, mesmo alguns praticantes, são indiferentes à importância do Espírito Santo na sua vida. Por isso, a celebração de Pentecostes, é uma oportunidade para nos recordarmos do baptismo pelo qual recebemos o Espírito Santo e que continua a descer sobre nós através dos sacramentos, por exemplo, a eucaristia, o crisma, confissão; através da Palavra de Deus e da oração pessoal ou comunitária.

    Em nós, também o Espírito Santo opera prodígios, se nos deixarmos guiar e transformar por Ele. Como ontem com os Apóstolos, também nós hoje, temos necessidade do Espírito Santo para vivermos a fé e testemunharmos Cristo no mundo sem medo e sem vergonha dos homens, já que também hoje, corre-se o risco do medo ou vergonha de se viver a fé cristã, mesmo em sociedades de liberdade religiosa e em famílias tradicionalmente cristãs.

     

     Pe. João

     



    IDE E ENSINAI TODAS AS NAÇÕES, BATIZANDO-AS EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO” (Mt 28, 19)

     

    Há alguns domingos atrás, meditamos nas recomendações de Jesus aos discípulos antes da Sua ascensão, tais como, os discípulos acreditarem em Jesus, guardarem os Seus mandamentos e amarem-se mutuamente.

    A liturgia da Palavra da Ascensão do Senhor, recorda-nos o envio em missão que Jesus faz aos apóstolos: «Ide e ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28, 19). Antes de tudo, reconhecemos, neste mandato de Jesus, a confiança de Jesus nos homens, que não obstante as suas imperfeições, incumbe-lhes a responsabilidade de evangelizar o mundo.

    No mandato de Jesus, também reconhecemos a Sua vontade de que todos homens se salvem. Importante para a salvação do mundo, esta missão, Jesus confia-a à Sua Igreja em geral e aos cristãos em particular. Sim, a Igreja existe para anunciar o Reino de Deus e pelo baptismo, os cristãos participam nesta missão ao guardarem os Mandamentos do Senhor. Assim como Cristo anunciou o Reino de Deus com palavras (pregação) e obras (milagres), também a igreja e os cristãos devem testemunhar Cristo com palavras e obras. 

    Por outro lado, no cumprimento do mandato do Senhor, a Igreja e cada cristão, elevam o seu olhar para o alto, como diz São Paulo: «Ressuscitados com Cristo, procurai as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas do Alto e não às coisas da terra» (Cl 3, 1-2). Ou seja, em tudo o que é e faz, o cristão inspira-se no alto. Neste sentido, a Ascensão do Senhor, não só anima e alimenta a fé e a esperança na vida eterna, como também fortalece o entusiasmo no anúncio do Reino de Deus no mundo.

     

    Pe. João

     


    (6º domingo da Páscoa, 10-05-2026)

     

    Se no evangelho do V domingo da Páscoa, Jesus convidou os discípulos e com eles também a nós, a acreditarmos n’Ele: “Se acreditais em Deus, acreditais também em Mim” (Jo 14, 1), neste VI domingo, Jesus exorta os discípulos e a nós a guardarmos os Seus mandamentos: “Se Me amardes guardareis os meus mandamentos” (Jo 14, 21).

    Foram estes mandamentos que Jesus resumira num só: o amor a Deus e ao próximo, “Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento; e amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22,37-39).

    Com o guardar os mandamentos, Jesus ensina que os mandamentos sejam praticados. E os que hoje, devem praticar os mandamentos do Senhor, somos nós, baptizados. Eu e tu, baptizados, temos posto em prática os mandamentos dos Senhor?

    A fé e o amor, são virtudes fundamentais para a vida eterna, mas também para o testemunho de Cristo. A 1ª leitura deste domingo, testemunha a dedicação dos discípulos na evangelização das cidades (Act 8, 5-8, 14-17). Nós baptizado, somos testemunha de Cristo no mundo. A fé e o amor que Jesus propõe aos discípulos, também são essenciais para perseverança nas adversidades.

    A 2ª leitura ensina-nos este exemplo quando Pedro recomenda aos cristãos a responderem com brandura a calúnias ou a perseguições (Pd 3, 15-18). Mas porque sem Deus nada podemos fazer, ao mesmo tempo que na Sua despedida Jesus exorta os discípulos a acreditarem n’Ele e a guardarem os Seus mandamentos, também lhes promete o Espírito Santo. “Eu pedirei ao Pai que vos dará o Paráclito” (Jo 14, 16). Na verdade, a presença do Espírito Santo fortalece a fé e a caridade da Igreja e dos cristãos e impele para a missão.

     Pe. João

    (5º domingo da páscoa, 03-05-2026)

    Com estas palavras de Jesus, inicia o evangelho do V domingo da páscoa, no qual Jesus Se despede dos Apóstolos convidando-os a acreditarem em Deus e n’Ele.

    Fé é confiar, e quando se confia em Deus Todo-poderoso, infinitamente bom e não engana, não há razões e lugar para o medo, mesmo da própria morte, como diz Jesus: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma (Mateus 10,28); ou S. Paulo: “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada (cfr. Rom. 8:35-39).

    Não será que os nossos medos, resultam da nossa falta ou pouca fé em Deus?

    Cultivemos em nós a fé firme. A fé em Cristo, é indispensável para salvação, mas também para o testemunho de Cristo no mundo. É esta missão assumida pelos Apóstolos que nos lembra a 1ª leitura deste domingo. Isto é, os Apóstolos decidem dedicarem-se inteiramente à pregação da Palavra (cfr. Act. 6,1-7).

    A evangelização e a santificação do mundo, são a principal missão da Igreja. Mas é também missão dos baptizados, como narra a 2ª leitura: o baptizado é a pedra viva na construção onde Cristo é a pedra angular (Pedro 2,4-9).

    Pelo baptismo, somos inseridos na igreja para nos santificarmos, mas também para sermos testemunhas da ressurreição de Cristo sem medo nem vergonha do mundo. Esta fé firme que faz dos baptizados testemunhas de Cristo sem medo, é animada pela esperança na vida eterna como promete Jesus: “Vou preparar-vos um lugar para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo. 14, 2-3).

    Pe. João

    (3º domingo da páscoa, 19-04-2026)

    Sem dúvidas, a ressurreição de Jesus fundamenta a fé cristã, como diz S. Paulo: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé” (1 Cor 15, 14).

    Mas se Cristo depois da ressurreição não aparecesse aos discípulos, a fé cristã talvez caísse no descredito. Assim, as aparições são tão importantes para fé cristã que importa meditar sempre nelas.

    A propósito, no domingo passado, meditamos na aparição de Jesus aos discípulos em que Jesus convidou Tomé a acreditar na Sua ressurreição. Convida-nos também hoje, a acreditar que Ele vive.

    E neste domingo, o 3º da páscoa, refletimos sobre a aparição de Jesus a dois discípulos a caminho de Emaús.

    Narra-nos o evangelho que Jesus pôs-Se a cominho com eles participando na conversa sobre a Sua paixão e morte que aqueles vinham a fazer. No entanto, os discípulos, não O reconheceram logo apesar de Jesus lhes ter recordado as Escrituras sobre a Sua morte e a ressurreição. Só no fim da caminhada e no partir do pão que eles O reconheceram.

    Quantas vezes, também nós, não deixamos de reconhecer Cristo que todos os dias caminha e fala connosco? Então nas dificuldades da vida, esta nossa cegueira pode agravar-se mais.

    Sem dúvidas é a nossa pouca fé e/ou nossos pecados que nos turvam. Por isso, deixemos que o Senhor nos abra os olhos da fé para O reconhecer nos irmãos e acontecimentos de cada dia.

    Mas ao mesmo tempo que as aparições de Jesus confirmam a Sua ressurreição e consolidam a fé cristã, também nos interpelam para o testemunho de Cristo ressuscitado, a exemplo da 1ª leitura deste domingo que narra Pedro a pregar a ressurreição de Cristo aos judeus (Act 2,14.22-33) e do evangelho (Lc 24,32) segundo o qual, logo que reconheceram Jesus, os discípulos partiram imediatamente à Jerusalém a anunciar que Cristo está vivo.

    Também nós hoje, com palavras e obras, devemos testemunhar Cristo ressuscitado nos nossos ambientes e contextos.

    Pe. João

    Iniciada no domingo de Ramos com a celebração da bênção de ramos, da eucaristia da paixão e da procissão do Senhor dos Passos, a Semana santa é vivida pela comunidade paroquial em comunhão com toda a Igreja.

    Por isso, na Quinta-feira santa às 21h00, celebrou-se a Eucaristia da instituição da Missa e do sacerdócio ministerial por Jesus Cristo na última Ceia durante a qual foi lembrada a importância do amor e do serviço. À celebração da Eucaristia, seguiu-se a adoração ao Santíssimo animada pelo grupo dos jovens.

    Sexta-feira santa, rezou-se o Ofício de leituras e Laudes de manhã e às 15h00 a oração de Via-sacra animada pelos movimentos apostólicos e seguida da celebração da Paixão do Senhor. Às 21h30 realizou-se a procissão do Senhor Morto.

    Sábado santo, de manhã, o Ofício de leituras e Laudes de manhã e às 22h00 a vigília pascal com 7 catecúmenos a receberem os sacramentos da iniciação cristã. Sem dúvidas, é a semana rica de celebrações do amor de Deus, mas também de profunda reflexão sobre a gravidade do pecado.

    Por isso, é a semana que nos interpela à conversão.